Order Block (OB)
ICTÚltima vela de contra-tendência antes de um movimento impulsivo — zona onde instituições deixaram ordens por executar e onde o preço tende a reagir.
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Última vela de contra-tendência antes de um movimento impulsivo — zona onde instituições deixaram ordens por executar e onde o preço tende a reagir.
Desequilíbrio de preço entre três velas consecutivas em que a sombra do meio não se sobrepõe. O mercado tende a revisitar este vazio.
Zona com concentração de stop-loss e ordens pendentes (acima de máximas ou abaixo de mínimas), alvo típico de manipulação institucional.
Rompimento de uma máxima ou mínima anterior que confirma continuação da tendência.
Mudança no caráter do mercado. É o primeiro sinal técnico de possível reversão.
Mudança confirmada na estrutura do mercado, tipicamente após um CHoCH validado por deslocação impulsiva.
Zonas superior (premium — para vender) e inferior (discount — para comprar) de um range, medidas em Fibonacci.
Zona ideal de entrada entre 62%-79% de retração Fibonacci de um movimento impulsivo.
Janelas horárias de maior probabilidade de movimento — sessão de Londres, abertura de Nova Iorque, etc.
Movimento falso no início da sessão desenhado para induzir traders ao lado errado antes da reversão real.
Liquidez menor colocada antes do order block principal, usada para induzir entradas prematuras.
Order block já parcialmente respeitado ("mitigado") pelo preço, que mantém relevância como referência.
Modelo de acumulação, manipulação e distribuição que descreve o comportamento diário do preço.
Termo guarda-chuva para estratégias que tentam seguir o comportamento do dinheiro institucional.
Movimento agressivo onde a oferta ou demanda dominou claramente o outro lado.
Máxima de curto prazo — vela com máximas mais baixas imediatamente à esquerda e à direita.
Mínima de curto prazo — vela com mínimas mais altas imediatamente à esquerda e à direita.
Máxima intermédia — STH ladeado por STHs mais baixos de ambos os lados.
Mínima intermédia — STL ladeado por STLs mais altos de ambos os lados.
Máxima de longo prazo — ITH ladeado por ITHs inferiores, referência estrutural principal.
Mínima de longo prazo — ITL ladeado por ITLs superiores, referência estrutural principal.
Liquidez do lado comprador — stops de vendedores acima de máximas anteriores, alvo institucional para cima.
Liquidez do lado vendedor — stops de compradores abaixo de mínimas anteriores, alvo institucional para baixo.
Máximas iguais alinhadas — sinalizam liquidez acumulada e alvo provável de varredura (liquidity sweep).
Mínimas iguais alinhadas — sinalizam liquidez acumulada abaixo e alvo provável de varredura.
Máxima e mínima do dia anterior — referências institucionais de liquidez e níveis operacionais diários.
Máxima e mínima da semana anterior — referências semanais de liquidez usadas em contexto de HTF.
Liquidez menor colocada antes do POI principal para induzir entradas prematuras que serão varridas antes do movimento real.
Alvo magnético — nível de liquidez para onde o preço "puxa" no timeframe operacional.
Order block falhado que, após rompimento contra si próprio, passa a atuar como suporte/resistência no sentido oposto.
Bloco onde o preço volta para "mitigar" a posição institucional deixada em aberto antes de retomar o movimento.
FVG de alta — desequilíbrio a favor do comprador que costuma ser preenchido antes de nova subida.
FVG de baixa — desequilíbrio a favor do vendedor que costuma ser preenchido antes de nova queda.
Desalinhamento entre o fecho de uma vela e a abertura da seguinte, sem sobreposição de corpos — pequena ineficiência a preencher.
Modelo de acumulação institucional em 3 fases (consolidação, manipulação para baixo, distribuição para cima).
Modelo espelho do MMBM — consolidação, manipulação para cima e distribuição para baixo.
Sequência clássica do PO3: acumulação, seguida de manipulação da liquidez e depois distribuição na direção verdadeira.
Ponto médio (50%) de um FVG — nível-chave de reação e execução dentro do desequilíbrio.
50% do corpo do order block — nível de referência para entrada refinada dentro do OB.
Divergência entre ativos correlacionados (ex: ES vs NQ, EURUSD vs GBPUSD) que denuncia atuação institucional.
Direção do fluxo dominado pelas mesas institucionais — deve alinhar-se com o bias do HTF.
Zona narrativa relevante (OB, FVG, breaker) onde o trader espera reação para executar.
Preço de abertura das 00:00 Nova Iorque — referência intradiária usada para calcular desvios (STDV).
Múltiplos de desvio (1x, 2x, 4x) projetados a partir de um range/MOP para estimar alvos institucionais.
Timeframe superior (diário, 4H) usado para definir bias, POIs e narrativa.
Timeframe inferior (5m, 1m, tick) usado para refinar entradas dentro dos POIs do HTF.
Os quatro preços que definem cada vela — base de leitura estrutural e de modelos como o PO3 diário.
Janela de alta probabilidade da abertura de Londres (02:00-05:00 NY) — costuma definir a direção da manhã.
Janela do fecho de Londres (10:00-12:00 NY) — reversões e continuações antes do almoço americano.
Janela da abertura de Nova Iorque (07:00-10:00 NY) — a mais explosiva do dia em índices e forex majors.
Almoço de NY (12:00-13:00) — liquidez baixa, movimentos falsos e consolidação; muitos traders ficam de fora.
Níveis de preço onde historicamente há reação de compra (suporte) ou venda (resistência).
Direção predominante do mercado num dado período — sequência de máximas/mínimas ascendentes, descendentes ou horizontais.
Formação gráfica (topo duplo, fundo duplo, ombro-cabeça-ombro) que sinaliza possível mudança de direção.
Formação (bandeira, triângulo, cunha) que sugere prosseguimento da tendência atual.
Vela com pavio longo que mostra rejeição forte de um nível de preço.
Vela que engole completamente o corpo da vela anterior — sinal clássico de reversão.
Vela com corpo mínimo, indicando indecisão entre compradores e vendedores.
Período em que o preço se move lateralmente entre suporte e resistência definidos.
Movimento do preço para além de um nível de suporte/resistência estabelecido.
Rompimento que não se confirma, com o preço a retornar rapidamente à faixa anterior.
Sequência de máximas e mínimas que define a estrutura de tendência.
Movimento temporário contra a tendência principal antes de retomar a direção original.
Ordem automática que fecha a posição a um nível definido para limitar o prejuízo.
Ordem automática que fecha a posição num nível de lucro definido.
Relação entre o risco assumido e o potencial de lucro numa operação (ex: 1:3).
Cálculo do tamanho da posição com base no capital disponível e no risco máximo por operação.
Queda percentual do capital desde o seu pico mais recente.
Percentagem do capital total arriscada numa única operação — regra comum: 1-2%.
Capital emprestado pela corretora que amplia o poder de negociação e o risco.
Capital exigido pela corretora para manter uma posição alavancada aberta.
Aviso ou execução forçada quando o capital na conta não cobre as perdas da posição alavancada.
Grau em que dois ativos se movem em conjunto — relevante para não duplicar risco sem perceber.
Limite fixo de perda diária, essencial em contas de fomento (prop firms).
Stop-loss dinâmico que acompanha o preço à medida que a operação fica lucrativa.
Corretora que atua como contraparte direta das operações do cliente.
Electronic Communication Network — liga ordens diretamente à liquidez interbancária, com spreads variáveis e mais transparência.
Diferença entre o preço de compra (ask) e o preço de venda (bid) de um ativo.
Taxa cobrada ou creditada por manter uma posição aberta durante a noite.
Diferença entre o preço esperado de execução e o preço real obtido.
Entidades que supervisionam a atuação legal das corretoras internacionais.
Conta de prática com dinheiro virtual, sem risco real.
Conta com capital próprio — resultados e riscos reais.
Proporção máxima de alavancagem oferecida pela corretora (ex: 1:100, 1:500).
Modo como a corretora processa a ordem do trader face ao preço pedido.
Análise do fluxo real de ordens de compra e venda no mercado, além do simples preço.
Distribuição do volume negociado por nível de preço, mostrando onde houve mais atividade.
Nível de preço com maior volume negociado num Volume Profile.
Faixa de preço onde ocorreu a maior parte (tipicamente 70%) do volume negociado.
Diferença entre volume comprador (agressor no ask) e volume vendedor (agressor no bid).
Gráfico que mostra o volume executado em cada nível de preço dentro de cada vela.
Volume elevado negociado sem movimento proporcional de preço — sinal de defesa de um nível.
Preço de compra (bid) e preço de venda (ask) disponíveis no livro de ordens.
Lista em tempo real das ordens de compra e venda pendentes num ativo.
Livro de ofertas com ordens de compra e venda agrupadas por preço.
Preço médio suavizado ao longo de N períodos — a versão exponencial (EMA) dá mais peso aos dados recentes.
Moving Average Convergence Divergence — mede momento e mudanças de tendência via cruzamento de médias.
Average Directional Index — mede a força da tendência, sem indicar direção.
Sistema japonês que combina suporte/resistência, tendência e momento numa só leitura.
Indicador de reversão que marca pontos de "stop and reverse" acima ou abaixo do preço.
Oscilador de 0-100 que mede sobrecompra (>70) e sobrevenda (<30).
Oscilador que compara o preço de fecho com a faixa de máximos e mínimos recentes.
Mede o desvio do preço em relação à sua média — útil para identificar extremos.
Mede a velocidade da variação do preço ao longo de N períodos.
Envelopes construídos com desvio-padrão à volta da média móvel — expandem/contraem com a volatilidade.
Média da amplitude verdadeira das velas — usado para dimensionar stops e volatilidade.
Envelopes baseados em ATR à volta de uma EMA — alternativa às Bollinger para tendência.
Volume acumulado que soma dias de alta e subtrai dias de baixa para confirmar tendência.
Volume Weighted Average Price — preço médio ponderado pelo volume, referência intraday institucional.
Níveis (38.2%, 50%, 61.8%, 78.6%) usados para prever zonas de suporte/resistência dentro de um movimento.
Projeções (127.2%, 161.8%, 261.8%) usadas para estimar alvos além do movimento original.
Linhas verticais espaçadas pela sequência de Fibonacci para identificar possíveis pontos de reversão temporal.
Lucro bruto dividido pelo prejuízo bruto — acima de 1.5 indica vantagem estatística.
Valor médio esperado por operação: (WR × Ganho médio) − (LR × Perda média).
Retorno ajustado ao risco — quanto maior, melhor a qualidade dos retornos.
Teste de uma estratégia em dados históricos para medir desempenho passado.
Validação da estratégia em tempo real, com dinheiro fictício ou reduzido.
Capital disponível para executar ordens — áreas com stops acumulados costumam ser alvos institucionais.
Menor variação de preço de um par de moedas — pipette é a fração decimal do pip.
Fear Of Missing Out: entrar tarde por medo de perder o movimento.
Operar em excesso, frequentemente sem setup válido, por ansiedade ou revanche.
Tentar recuperar rapidamente uma perda com trades impulsivos — inimigo silencioso da consistência.
Trader aprovado por uma mesa proprietária que opera capital da empresa em troca de percentagem dos lucros.
Empresa que financia traders após avaliação — permite operar capital externo dividindo lucros.